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A bíblia é historicamente confiável?

Você já se perguntou se a bíblia em suas mãos é confiável?
Como podemos ter certeza que um livro tão antigo pode ser inspirado por Deus e seguido por nós?
O fato que você vai descobrir hoje te dará a resposta a essas perguntas 

Voltemos a 1940, onde os cristãos eram constantemente confrontados pelos céticos e gnósticos acerca da bíblia que carregavam, pois, a comparação mais confiável que havia se datava de cerca de 1000 anos, então quem vinha "bater de frente" perguntava:
Como acreditar que um livro de apenas 1000 anos pode ser confiável?
Como saber se não foi adulterado pela igreja católica?
Como saber se não foi modificado ao longo das décadas?
E os cristãos sem respostas muitas vezes, nada podiam fazer.

Mas em 1947, um beduíno chamado Muhammad Edh-dhib procurava as cabras de seu rebanho na região noroeste do Mar Morto, cerca de 30 quilômetros de Jerusalém, quando teve a ideia de jogar uma pedra numa gruta afim de ouvir o som de suas cabras, ao fazer isso, ele escuta o som de algo se quebrando, ao chegar para ver o que era(achando que era dinheiro) ele encontra vários papéis velhos enrolados dentro do jarro. Então Muhammad planeja vender aqueles papéis de forma ilegal, e assim, os papéis chegam nas mãos de um arqueólogo judeu chamado de Eleazar Lipa Sukenik, onde ele reconhece que ali não eram só papéis, mas talvez a maior descoberta arqueológica da humanidade.

Eleazar Lipa agora começa a estudar aqueles papéis e descobre que se tratavam de cópias que datavam(através da aferição com carbono- 14 e datação paleográfica e escriba) do século 3 a.C. até ao século 1 d.C.
Nesses rolos foram encontrados cerca de 1.100 textos bíblicos escritos em hebraico, aramaico e grego. Cuja cópias eram idênticas a bíblia hebraica 

Gleason Archer, autor de A Survey of Old
Testament Introduction [Pesquisa para
Introdução ao Antigo Testamento] apoia a integridade do texto massorético ao declarar
que tal texto concorda com o manuscrito de Isaías encontrado na Gruta 1 em 95% de seu
conteúdo. Os restantes 5% compreendem lapsos óbvios da pena e variações de grafia que ocorreram naquele ínterim.

Mas como esses rolos foram parar lá?

No período intertestamentario, houveram muitas divisões políticas e religiosas na palestina (localidade onde encontramos Jerusalém atualmente) e dentre essas divisões, encontramos os Essênios. Pessoas que se separavam da humanidade e vivam em desertos com o objetivo de aguardar a vinda do Messias e a Guerra do bem contra o mal/ da luz contra as trevas. Acredita-se que durante uma Guerra no ano 70 quando os Romanos invadiram Jerusalém, os Essênios correram para essas cavernas e decidiram esconder esses pergaminhos ali, talvez com o objetivo de retornar para buscá-los. 
Juntamente com os manuscritos bíblicos, podemos encontrar também documentos sectários e textos apócrifos e pseudoepigrefos por onde podemos ter uma noção de como eles vivam e no que acreditavam 

Os manuscritos do mar morto são até hoje o maior achado arqueológico 

A preservação desses documentos comprova que não haviam alterações nas escrituras 

As escavações nas regiões de Qumran duraram até 1946, foram descobertas mais 11 grutas com manuscritos 

O que isso nos mostra?
Até mesmo quando chegamos numa época de relatividade, a verdade de Deus permanece absoluta 
*Deus não mudou (Hb 13:8)
*E a sua palavra permanece para sempre (1 Pedro 1:25)
*A sua palavra é fiel(Isaías 55:11)
*Inspirada (2 Tem 3:16,17 e 2 Pedro 1:20,21)
*E Viva (Hb 4:12)

Pr. Luan Batista 

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